Onde o mar está próprio para banho, ponto a ponto, com os dados oficiais dos órgãos ambientais estaduais.
O percentual considera todos os pontos de coleta da cidade na última medição dos órgãos ambientais estaduais. Um ponto impróprio reprova o trecho onde ele fica, não a praia inteira.
Fonte: órgãos ambientais de cada estado, reproduzido sem alteração.
Balneabilidade é a medida de quão própria para banho está a água do mar. Quem faz essa análise é o órgão ambiental de cada estado, que mantém 878 pontos fixos de coleta espalhados por 87 cidades do litoral. O critério é a concentração de bactérias de contaminação fecal na água, definida pela resolução CONAMA 274/2000: acima do limite, o trecho é classificado como impróprio.
Um ponto reprovado restringe o trecho onde ele fica, não a praia inteira. Uma orla extensa pode ter quase tudo liberado e um único trecho impróprio, quase sempre onde um rio ou galeria deságua no mar. Por isso cada ponto aparece separado, com o endereço da coleta.
Chuva forte nos dias anteriores à coleta arrasta contaminação das galerias e dos rios para o mar. É a causa mais comum de reprovação e costuma ser passageira: alguns dias de tempo firme normalmente revertem.
O boletim oficial mostra só a coleta mais recente. Aqui cada ponto guarda a série completa: dá pra ver se a praia é confiável o ano todo ou se apenas teve sorte na semana, o que importa principalmente pra quem procura imóvel de veraneio.
Esta página é atualizada no mesmo dia em que o novo boletim é publicado. Para ver quem se manteve limpa ao longo do tempo, e não só nesta semana, abra as praias mais limpas do Brasil pelo histórico de 12 meses.
305 dos 864 pontos analisados ficaram fora do limite da resolução CONAMA 274/2000 na análise de 14/09/2026. Um ponto impróprio reprova o trecho onde ele fica, não a praia inteira: abra o estado para ver praia por praia.
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